
O papel das organizações religiosas na sociedade brasileira
Ler na fonte de publicaçãoLiberdade, autonomia e responsabilidade constitucional na atuação social, jurídica e pública das organizações religiosas.
Presença social e reconhecimento jurídico
As organizações religiosas são analisadas como espaços de culto e, simultaneamente, como estruturas de assistência, educação, saúde, acolhimento e participação comunitária. Sua relevância histórica explica o reconhecimento constitucional da liberdade religiosa e a categoria própria prevista pelo Código Civil.
Autonomia com responsabilidade
A autonomia estatutária protege identidade, governo interno e prática confessional contra interferências indevidas. Essa proteção não elimina o dever de respeitar direitos fundamentais, a dignidade humana, a ordem pública e as responsabilidades decorrentes de eventuais abusos.
O equilíbrio proposto combina liberdade plena para a expressão legítima da fé com responsabilidade jurídica na atuação institucional, social e pública.
Eixos de análise
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